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sábado, 7 de dezembro de 2013

Saúde e Segurança do Trabalho

Desde que o Brasil incorporou ao seu ordenamento jurídico a primeira Convenção da OIT que dispunha sobre Segurança e Saúde dos Trabalhadores e o Meio Ambiente de Trabalho, muito vem sendo feito para aprimorar a legislação e fiscalização das normas ligadas a esta área.

Todas estas iniciativas são importantes e podem servir de exemplo, no entanto o que se vê na prática é que as normas regulamentadoras são implantadas parcialmente e a solução passa necessariamente pela mudança de cultura do setor. Melhorias na gestão de saúde e segurança são economicamente possíveis e constituem-se em vantagem competitiva às empresas brasileiras.

Os custos envolvidos com PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), em obras de moradias coletivas verticais, é da ordem de 1,5%. Nesse custos estão incluídos a implantação, manutenção e a avaliação do Programa, correspondendo a um custo médio de R$ 4,35/m² da obra. 

Os programas voltados à Saúde e Segurança do Trabalho devem ser implantados e revalidados em cada etapa da obra. Esse é um dos grandes problemas, visto que a maior parte dos casos não saem do papel.  Na visão do Engenheiro de Segurança Luis Paulo Sarate da empresa SAFE “Estes custos são baixos e justificariam  o investimento especialmente se comparados com os riscos. Uma Ação Civil Pública de indenização, conforme o caso, pode alcançar valores muito acima de R$500mil.”


Sendo assim, para que os objetivos sejam alcançados, espera-se não só que as empresas façam sua parte, mapeando seus pontos fortes e críticos, traçando o perfil de seu negócio de forma a adequar, priorizar e implementar uma gestão integrada envolvendo de forma comprometida todos os que estão direta ou indiretamente ligados ao projeto, mas também e especialmente que o Programa Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho para a Indústria de Construção, a ser divulgado dia 13 de novembro de 2013, preveja incentivos, apoios e/ou financiamento viabilizando a efetiva transformação pretendida.

domingo, 20 de outubro de 2013

Poluição da Água

Introdução 
A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.
Falta de água 
Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.
Causas da poluição das águas do planeta 
As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.
Problemas gerados pela poluição das águas 
Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.
Soluções 
Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.
Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.
Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.
Dicas para ajudar a diminuir a poluição das águas: não jogar lixos em rios, praias, lagos, etc. Não descartar óleo de fritura na rede de esgoto. Não utilizar agrotóxicos e defensivos agrícolas em áreas próximas à fontes de água. Não lançar esgoto doméstico em córregos. Não jogar produtos químicos, combustíveis ou detergentes nas águas.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Construção: índices contraditórios e esperança nas obras de Infraestrutura

O setor de construção civil brasileiro enfrenta um momento complicado, dados divulgados na revista Valor Setorial - Construção Civil mostram que indicadores relacionados ao setor da Construção têm sido contraditórios. Um exemplo desta contradição é que enquanto a projeção de crescimento dos recursos da poupança destinados ao financiamento habitacional é de 15% ao ano, cidades como Salvador e Belo Horizonte veem as vendas imobiliárias recuarem 5% e 15,89%, respectivamente.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que desde 2010 monitora o nível de confiança da construção, agosto teve índice recorde de pessimismo entre os empresários do setor. As principais queixas foram demanda insuficiente, aumento no custo de matéria-prima e de mão-de-obra. Outro fator que gerou desânimo aos empresários foi fato de terem acreditado que as encomendas decorrentes das concessões seriam realizadas em 2013, o que acabou não acontecendo.
No início deste ano a Fundação Getúlio Vargas havia divulgado um projeção de crescimento de 4% no Produto Interno Bruto (PIB) da construção em 2013, em agosto esta previsão foi reduzida à metade, 2%.  Mesmo reduzido, o valor do PIB será maior do que o registrado em 2012.
Concessões logísticas – A expectativa agora fica por conta das obras de infraestrutura, que dependem do sucesso das concessões logísticas. De acordo com Mario Humberto Marques, vice-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, em entrevista para a Valor Setorial, o governo planeja passar para a iniciativa privada nove rodovias federais, a construção de 12 ferrovias, os aeroportos do Galeão (RJ) e Confins (MG), além de R$ 54 bilhões que deverão ser destinados à infraestrutura portuária.
O pacote de concessões anunciado pelo governo em 2012, terá um capítulo importante com o leilão de dois aeroportos, de um trecho ferroviário no Pará e das primeiras rodovias. A estimativa é que as encomendas geradas pelas concessões proporcionem ao setor de construção um crescimento duas vezes maior que PIB nos próximos cinco anos.
Saneamento – A falta de acesso a serviços de saneamento básico ainda é um problema de grande parte da população brasileira.  Para o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, a solução para esse problema está na melhoria da gestão do setor, uma vez que muitas obras estão paralisadas devido a projetos mal elaborados, problemas nas licitações e burocracia nas licenças e desembolsos. 
Equipamentos – A perspectiva da indústria de máquinas e equipamentos de ter em 2013 um desempenho melhor do que em 2012, foi abalada pelos atrasos na execução de obras de infraestrutura. Como as obras não se desenvolvem, os clientes acabam adiando os investimentos, o que compromete as vendas. A compra de equipamentos pelo governo é o que têm ajudado os negócios do setor.
Material de Construção – O setor de materiais de construção vive um bom momento, após registrar um crescimento de 3,7% de janeiro a julho deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, prevê fechar o ano com um índice acima do PIB.  A previsão é que o setor se mantenha aquecido com a vinda de grandes varejistas para o país.
Mão-de-obra – As empresas de construção estão investindo na qualificação da mão-de-obra, oferecendo benefícios e incentivos para os trabalhadores que buscam o aperfeiçoamento. O investimento na qualificação dos trabalhadores reflete na qualidade da obra, no respeito as normas de segurança e na incorporação de ações de sustentabilidade
Fonte: Revista Valor Setorial – Construção Civil

domingo, 18 de agosto de 2013

Engenheiro desenvolve processo de purificação da água através da cana-de-açúcar

Estudo foi desenvolvido por Engenheiro Ambiental da UNISANTA.
O engenheiro ambiental Antonio Iris Mazza desenvolveu um projeto no qual se torna possível a purificação de água contaminada por corantes em escala industrial. Ao visitar uma usina de cana-de-açúcar em São Bernardo do Campo, o engenheiro se deparou com grandes quantidades de bagaço de cana, que até então não possuíam utilidade alguma para a usina e eram basicamente descartados em aterros sanitários.
Utilizando o bagaço da cana-de-açúcar, o engenheiro iniciou uma longa pesquisa de como reaproveitar aquele material que era simplesmente descartado.  Por não haver muitos projetos e pesquisas em andamento, tal fato serviu como incentivo para Mazza iniciar seu estudo e buscar uma forma de sustentabilidade.
Em suas primeiras pesquisas em laboratório, Mazza tentou utilizar a cinza do bagaço com a finalidade de retirar cargas orgânicas do esgoto. A experiência, porém, apresentou resultados inconstantes.
Em outro experimento, ao acrescentar o Resíduo de Bagaço de Cana (RBC) em um refrigerante, o mesmo notou que o líquido sofreu um processo de adsorção, ou seja, o refrigerante perdeu sua cor original e se tornou incolor.
Para sua criação, o resíduo da cana-de-açúcar foi adicionado à água, passando por um processo de centrifugação e posteriormente por uma peneira onde, por fim, foi realizada a medição para avaliar a quantidade de corante retirado.
Grande parte das indústrias que possuem como resultantes de processos industriais águas contaminadas por corantes, utilizam para tratamento de seus efluentes o carvão ativado, que possui um elevado custo energético para a sua produção.  Para descontaminar as águas, é necessário trabalhar com o corante presente, em vários e longos processos. Em comparação, o RBC possui uma alta eficiência, podendo eliminar até 80% dos corantes presentes, um baixo custo econômico e ambiental de produção, além de sua baixa toxicidade. Vale ressaltar que tal projeto possui grande capacidade de substituir o uso do carvão ativado, permitindo um ganho financeiro e evitando a derrubada de árvores.
Segundo Mazza, dois gramas de resíduo são suficientes para purificar até um litro de água contaminada. Outras pesquisas estão sendo iniciadas no momento com o resíduo, a fim de determinar sua capacidade de retirar metais e cargas orgânicas de efluentes industriais. A pesquisa está em processo de se tornar uma patente.
FONTE: blog da engenharia ambiental


Preocupante! menos de 50% dos alunos de engenharia da última década terminaram o curso

Apesar de o número de vagas de engenharia nas instituições de ensino superior terem mais que triplicado entre 2001 e 2011, o Brasil não conseguiu, nestes anos, garantir que pelo menos a metade dos estudantes que ocupam essas vagas efetivamente conclua o curso e receba seu diploma de engenheiro. De acordo com estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a média de evasão nesses cursos na década foi de 55,59%.

No mesmo período, mais de 1,2 milhão de estudantes se matricularam em um curso de graduação em engenharia. A expectativa é que o curso seja feito em cinco anos.

Em 2011, uma média de, 45.000 diplomas foram outorgados a engenheiros recém-formados. Cinco anos antes, porém, 105.101 matrículas foram feitas em cursos de engenharia, o que demonstra uma taxa de evasão de 42,59%, de acordo com a CNI. No total entre 2001 e 2011, 328 mil novos engenheiros entraram no mercado.

Universidades Públicas X privadas

Segundo os dados divulgados pelo CNI, são as instituições particulares as que mais tiveram dificuldade de combater a evasão dos cursos de engenharia na década analisada. A média de evasão para os dez anos nas graduações pagas é de 62,32%, enquanto nas instituições públicas esse índice cai para 43,41%.

Média de evasão nos cursos de engenharia (2001 a 2011)*:

- Rede pública: 43,41%
- Rede privada: 62,32%

Fonte: CNI

Já nas instituições de elite, onde o vestibular é o mais concorrido, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia (IME), o estudo indica que a taxa de abandono é de apenas 5%.

A CNI afirmou que, de acordo com o Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, a Ciência e da Tecnologia, a principal causa da evasão é a formação básica ruim dos estudantes em matemática e ciências. No caso das faculdades particulares, outra razão para a desistência é a falta de condições financeiras para custear as matrículas.

Ainda de acordo com o CNI, dos 1.045 cursos de engenharia estudados, 39% receberam conceito 1 ou 2, indicadores considerados insatisfatórios na última edição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), e só 6% tiveram a nota máxima, 5.

As pessoas estão cada vez mais indecisas ou então os cursos de Engenharia estão se aprimorando a ponto de ficarem praticamente impossíveis de terminar? Deixe a sua opinião!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Em Pequim, metrô aceita garrafa PET como pagamento

Nas poucas cidades brasileiras com metrô, ainda é rotina entrar na fila para comprar a passagem. Em outros países, é mais comum adquiri-la em uma máquina automática. Agora imagine se a máquina aceitasse garrafas PET como forma de pagamento? É o que Pequim vem oferecendo nos últimos meses.

Desde dezembro, o metrô da capital chinesa possui máquinas que dão desconto na passagem a cada garrafa PET inserida. Então é possível andar de graça no metrô? Não exatamente.
A máquina lê o código de barras da garrafa plástica, a fim de identificá-la. (Se você inserir qualquer outra coisa, a máquina cospe para fora.) Depois, ela é amassada a um terço do seu tamanho original, para ser enviada a uma central de processamento.

Então, dependendo da garrafa, o usuário recebe um desconto entre 0,05 e 0,10 yuan (2 a 4 centavos de real) no cartão do metrô. Como a passagem do metrô custa apenas 2 yuan (R$ 0,75), com transferências ilimitadas entre as linhas, é possível andar de graça ao depositar pelo menos 20 garrafas.

Mas não é tão simples quanto parece. Há apenas quatro máquinas que aceitam garrafas PET, localizadas nas estações Jinsong e Shaoyaoju de uma mesma linha de metrô – as outras 225 estações só aceitam dinheiro.

E o processo não é rápido: segundo o Global Times, a máquina às vezes não consegue ler o código de barras da garrafa (para determinar seu valor); quando consegue, ela demora até 30 segundos para amassar a garrafa; e ainda é preciso aguardar até que a máquina se conecte via 3G ao sistema do metrô para conceder o desconto.

Além disso, o valor oferecido pela máquina é metade do que se consegue em centros de reciclagem – e eles são muito comuns na China. Adam Minter, autor do livro Junkyard Planet, diz ao Guardian que trabalhar na reciclagem é a segunda maior profissão na China, e é muito fácil encontrar locais onde vender seu lixo.

Mesmo assim, parece que as máquinas deram certo: a Incom, empresa responsável por elas, diz ao China Daily que foram coletadas mais de 30.000 garrafas entre dezembro e maio deste ano. Um executivo da Incom diz ao Global Times que estas máquinas são apenas a primeira geração, e que serão melhoradas.

E o projeto é promissor: a empresa cogita oferecer outras formas de pagar pelas garrafas, incluindo crédito no Alipay (espécie de PayPal chinês) e desconto em refeitórios. Duas dessas máquinas também foram instaladas no aeroporto internacional de Pequim. No longo prazo, a ideia é levar mais 80 máquinas para universidades, escritórios, shoppings e comunidades.

Fonte: Instituto de Engenharia

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Só 44% dos alunos de engenharia da última década terminaram o curso de Engenharia

Mais de 1,2 milhão entraram no entre 2001 e 2011, diz estudo da CNI. Entre as causas da evasão está a falta de formação básica em matemática.
Apesar de o número de vagas de engenharia nas instituições de ensino superior terem mais que triplicado entre 2001 e 2011, o Brasil não conseguiu, nestes anos, garantir que pelo menos a metade dos estudantes que ocupam essas vagas efetivamente conclua o curso e receba seu diploma de engenheiro. De acordo com estudo divulgado nesta segunda-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a média de evasão nesses cursos na década analisada foi de 55,59%.

No mesmo período, mais de 1,2 milhão de estudantes se matricularam em um curso de graduação em engenharia. A expectativa é que o curso seja feito em cinco anos.

Em 2011, último ano incluído no estudo, 44.761 diplomas foram outorgados a engenheiros recém-formados. Cinco anos antes, porém, 105.101 matrículas foram feitas em cursos de engenharia, o que demonstra uma taxa de evasão de 42,59%, de acordo com a CNI. No total entre 2001 e 2011, 328 mil novos engenheiros entraram no mercado.

Públicas X privadas

Segundo os dados divulgados pela entidade, são as instituições particulares as que mais tiveram dificuldade de combater a evasão dos cursos de engenharia na década analisada. A média de evasão para os dez anos nas graduações pagas é de 62,32%, enquanto nas instituições públicas esse índice cai para 43,41%.

Já nas instituições de elite, onde o vestibular é o mais concorrido, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia (IME), o estudo indica que a taxa de abandono é de apenas 5%.

Em nota, a CNI afirmou que, de acordo com o Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, a Ciência e da Tecnologia, a principal causa da evasão é a formação básica ruim dos estudantes em matemática e ciências. No caso das faculdades particulares, outra razão para a desistência é a falta de condições financeiras para custear as matrículas.

Ainda de acordo com a entidade, dos 1.045 cursos de engenharia estudados, 39% receberam conceito 1 ou 2, indicadores considerados insatisfatórios na última edição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), e só 6% tiveram a nota máxima, 5.

Fonte: Instituto de Engenharia


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